Janeiro 28, 2009 por admin
A Academia Musical Arazedense foi constituída no dia 1 de Janeiro de 1950.
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Herdou todas as tradições, património e historial da Filarmónica Arazedense, cuja fundação remonta ao dia 25 de Março de 1894. Foi seu fundador e primeiro presidente, o respeitável cidadão António Maria da Silva Ferrão, que exerceu esse cargo até ao seu falecimento, em 1920. Os créditos artísticos da Filarmónica Arazedense (já então conhecidos em toda a região), foram coroados de êxito quando, em 24 de Junho de 1908, num certame realizado na Figueira da Foz, sob a regência de António Pereira, lhe foi conferido o primeiro prémio pela sua excelente execução o que, à data, constituiu o seu dia mais memorável. Aquando da 1ª Guerra Mundial (1914/1918), em virtude dos músicos serem chamados para o serviço militar, a Filarmónica atravessou um período menos bom. Em 1930, efectuou uma excursão a Lisboa, onde a colónia Arazedense lhe tributou os maiores elogios, tendo actuado junto à Embaixada de Espanha e das redacções dos jornais O Século e Diário de Notícias. Depois de um “estado letárgico” de seis anos, a Filarmónica ressurgiu em 11 de Outubro de 1942, mantendo-se desde então em actividade, atravessando, contudo, alguns períodos de dificuldades à mistura com momentos bons e com outros muito bons. Ao longo dos tempos, a AMA tem organizado e colaborado em actividades (no país e no estrangeiro), sendo de destacar a organização de Encontros de Bandas em 1969, 1970, 1981, 1987, 1994, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008; 2009, Colaboração em várias iniciativas do INATEL, designadamente:
Herdou todas as tradições, património e historial da Filarmónica Arazedense, cuja fundação remonta ao dia 25 de Março de 1894. Foi seu fundador e primeiro presidente, o respeitável cidadão António Maria da Silva Ferrão, que exerceu esse cargo até ao seu falecimento, em 1920. Os créditos artísticos da Filarmónica Arazedense (já então conhecidos em toda a região), foram coroados de êxito quando, em 24 de Junho de 1908, num certame realizado na Figueira da Foz, sob a regência de António Pereira, lhe foi conferido o primeiro prémio pela sua excelente execução o que, à data, constituiu o seu dia mais memorável. Aquando da 1ª Guerra Mundial (1914/1918), em virtude dos músicos serem chamados para o serviço militar, a Filarmónica atravessou um período menos bom. Em 1930, efectuou uma excursão a Lisboa, onde a colónia Arazedense lhe tributou os maiores elogios, tendo actuado junto à Embaixada de Espanha e das redacções dos jornais O Século e Diário de Notícias. Depois de um “estado letárgico” de seis anos, a Filarmónica ressurgiu em 11 de Outubro de 1942, mantendo-se desde então em actividade, atravessando, contudo, alguns períodos de dificuldades à mistura com momentos bons e com outros muito bons. Ao longo dos tempos, a AMA tem organizado e colaborado em actividades (no país e no estrangeiro), sendo de destacar a organização de Encontros de Bandas em 1969, 1970, 1981, 1987, 1994, 2003, 2004, 2005, 2006, 2007 e 2008; 2009, Colaboração em várias iniciativas do INATEL, designadamente:
- 1985, III Festival de Música Popular, em Coimbra;
- 1986, I Festival de Verão de Filarmónicas, em Coimbra e no Festival Gandarez e de Música Popular, na Tocha;
- 1987, II Encontro Distrital de Filarmónicas, em Coimbra;
- 1991, Aniversário dos Bombeiros Voluntários de Coimbra.
- Ao Sr. Ministro da Justiça / Presidência e Defesa Nacional, Dr. Fernando Nogueira, em 1988, 1991, 1992 e 1994;
- Ao Sr. Presidente da República, Dr. Mário Soares, em 1990;- Ao Sr. 1º Ministro, Prof. Dr. Cavaco Silva, em 1993;
- Ao Sr. 1º Ministro, Eng.º António Guterres, em 1997.